11 prefeitos e um destino – Por Lenilson Oliveira

Por Fonte83 - 19/09/2023

No final de agosto, o FonteCZ fez um levantamento interessante, quando quis saber quantos dos 15 atuais prefeitos das cidades polarizadas por Cajazeiras, e ela própria, ainda estão no primeiro mandato e, assim, poderão tentar a reeleição no próximo ano.

Dos 15, apenas quatro já estão fora do páreo por já estarem no segundo mandato, que são José Aldemir Meireles de Almeida (Cajazeiras), Marineidia da Silva Pereira (Carrapateira), Allan Seixas de Sousa (Cachoeira dos Índios) e Marcos Eron Nogueira (Monte Horebe).

Estes terão que mexer bem nas peças do xadrez para fazerem seus sucessores e, de certa forma, manterem-se vivos no jogo político. 

Os outros 11, nos mandatos primeiros, estão plenamente aptos a testarem as aprovações das suas administrações junto ao povo em 2024.

Sim, não deixa de ser uma forma de avaliação das gestões públicas e do administrador em si quando um chefe do Poder Executivo, em qualquer esfera administrativa, opta por colocar seu nome em nova disputa pelos corações e mentes dos eleitores ou, como costumam gritar a plenos pulmões, do seu povo.

Pesa também o fato da caneta na mão dá poderes que a nossa vã filosofia (des)conhece.

Com a caneta na mão e, certamente, propensos ao desafio de submeterem seus nomes ao julgo e voto do “seu povo”, estão Maria Sulene Dantas Sarmento – Leninha Romão (Uiraúna), Sandoval Vieira Lins – Bal Lins (São José de Piranhas), Luiz Claudino de Carvalho Florêncio (São João do Rio do Peixe), Denise Bandeira de Melo Barbosa Pereira – Denise Bayma (Bom Jesus), Antônio Lucena Filho – Ceninha Lucena (Bonito de Santa Fé), Itamar Moreira Fernandes (Poço Dantas), Paulo Braz de Moura (Poço de José de Moura), Rinaldo Cipriano de Sousa (Joca Claudino), João Cleber Ferreira Lima (Santa Helena), Antonio Aldo Andrade de Sousa (Bernardino Batista) e Espedito Cesário de Freitas Filho (Triunfo).

São, portanto, 11 prefeitos e um destino: desafiar os seus adversários e mostrar que a população aprovou a sua gestão e não quer mudar.

Por afago nenhum.